Descrição
Existem dias na Costa Rica que parecem feitos para ficar na memória, e este é um deles. Seu guia privativo busca você cedo no hotel e a Rodovia Interamericana se abre entre savanas douradas, grandes árvores de guanacaste e pastos onde trabalham os sabaneros, os vaqueiros locais. A primeira parada é Llanos de Cortés, uma cachoeira larga de cerca de doze metros que cai como um véu branco sobre uma piscina natural de água fresca, com sua própria prainha de areia. Logo cedo o lugar costuma estar tranquilo, perfeito para nadar antes do calor.
Dali subimos em direção às encostas do vulcão Tenorio, e a paisagem muda completamente: a floresta seca dá lugar a uma mata úmida, cheia de musgos, helicônias e o canto dos tucanos. Dentro do Parque Nacional Vulcão Tenorio você vai caminhar por trilhas de raízes e terra vermelha até a cachoeira do Río Celeste, uma queda de um turquesa tão intenso que parece editado.
Nos Teñideros seu guia explica a ciência por trás da cor: ali dois riachos totalmente transparentes se encontram, e partículas minerais de origem vulcânica em suspensão dispersam a luz do sol, tingindo o rio de um azul leitoso. Perto dali estão os borbollones, onde gases sulfurosos borbulham do leito do rio e lembram que o vulcão continua ativo.
Depois de um almoço típico costarriquenho, a tarde é dedicada à vida selvagem no Jungle Life, em Bijagua. Com a ajuda do guia e de um telescópio, você vai procurar preguiças de dois e de três dedos cochilando nas copas, além de sapinhos coloridos, aves tropicais e, com sorte, bugios. Você volta ao hotel com a roupa úmida, a câmera cheia e a sensação de ter conhecido três faces diferentes de Guanacaste em um único dia.
